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cada look guarda os próprios ajustes de sensor e ruído.
de onde vem a "temperatura" de cada pixel antes da paleta.
no canal vermelho a pele tende a ficar mais quente que na luminância. "pele aquece" detecta tons de pele pela cor e esquenta essas áreas mesmo com a fonte invertida. "luzes esquentam" deixa as áreas muito claras (lâmpadas, telas) quentes em qualquer modo.
roda no seu navegador (MediaPipe): a foto não sai do computador. a rápida (0,25 MB) só recorta a pessoa; a detalhada (16 MB) separa cabelo, pele e roupa. o primeiro uso também baixa o motor da IA (~12 MB).
câmeras térmicas reais têm de 80 a 640 px e o calor se espalha (difusão). o msx soma as bordas da foto original por cima, como nas câmeras FLIR. o bloom faz as áreas mais quentes (ou mais claras, nos looks de vídeo) vazarem um halo em volta.
nível e span são os controles de uma câmera térmica: o centro e a largura da faixa de temperatura. mexer neles desliga a faixa automática.
o grão entra na temperatura, antes da paleta, então vira pontilhado colorido. a vinheta esfria os cantos. as listras imitam o padrão fixo de linhas e colunas dos sensores térmicos baratos.
com "temperaturas da cena" a escala mostra a faixa real da imagem, na mesma régua das temperaturas de "pessoa (ia)".
a interface do aparelho por cima da imagem. as caixas e temperaturas vêm da detecção e do calor da própria imagem; os textos são editáveis.
cada quadro mostra um enquadramento da mesma imagem, com o próprio OSD (câmera, timecode e zoom mudam de quadro pra quadro). o enquadramento automático mira nos rostos e pessoas detectados pela IA.